Vampiros nossos de cada dia


Você pensa que vampiro é coisa de cinema? Engano seu. O mundo está cheio deles. Não bebem nosso sangue, mas sugam nossa energia vital, ou nosso prana.


Por que fazem isso? Porque perderam a ligação com a energia vital presente na natureza e dentro de si mesmos, por depressão, doenças, solidão e baixa autoestima.


Como nos vampirizam? É um processo muitas vezes inconsciente, no qual eles nos envolvem com seu baixo astral. Veja os tipos mais comuns.


Vampiro “bonzão”. Adora contar vantagens da sua vida. Seus carros, viagens, bens materiais e procuram um coitado para ficar ouvindo seu blá, blá, blá. Nunca ouvem o que os outros têm a dizer. Querem apenas contar sobre suas vidas de sucesso e glamour, mas que quase sempre são vazias daquilo que realmente importa.


Vampiro “lamentador”. Sentem-se melhor contando as desgraças das suas vidas. Suas doenças, remédios que tomam, exames que já fizeram... Fazem o papel de vítima e assim, sugam a energia dos coitados que caem nas suas teias.


Vampiro “professor”. Gostam de ensinar a todos a qualquer momento. Você começa um papo com eles e já vem uma aula... Sempre estão certos e não ouvem o que os outros têm a dizer. Sempre cortam a fala do outro, pois precisam discursar seu “profundo” conhecimento.

Existem muitos outros tipos, mas o princípio é o mesmo.


Como se livrar deles? Na medida do possível, afaste-se de pessoas que não tem nada de bom para lhe oferecer. Ninguém foi feito para ser estoque de energia dos outros!


Quando somos vampirizados ficamos sonolentos, com as ideias confusas. Quando você se sentir assim, termine o “monólogo” do seu amigo de presas afiadas. Fale que esqueceu o feijão no fogo e fuja!


Quando chegar em casa, tente pisar na grama, na terra ou corra pra praia/cachoeira para se recarregar e não caia mais na armadilha.


Um diálogo verdadeiro exige reciprocidade e preocupação com o outro. Falar menos e ouvir mais. Até...

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