Franchesco, o CEO mais disruptivo do nosso tempo


Parece que atualmente tudo é  disruptivo, ou seja, pode causar uma quebra radical no rumo natural das coisas.

Mas pouca coisa realmente é disruptiva. Arrisco a dizer que a chamada Revolução Digital não seja tão disruptiva como falam os especialistas. Ela é o aprofundamento de um processo que já vem ocorrendo há décadas. Então, comprar uma pizza via aplicativo ou conversar em rede com o mundo todo é apenas consequência do momento atual da evolução tecnológica. A energia elétrica e a penicilina foram muito mais disruptivas.

Ser disruptivo significa mudar a essência de nossas vidas. Fazer nossas vidas mais focadas naquilo que realmente importa. Espalhar felicidade e amor entre as pessoas, mesmo que isso vá contra os interesses de curto prazo de alguns.

Qual organização ou líder conseguiu ser realmente disruptivo e atender aos nossos anseios mais profundos, como a amizade e a conexão com nosso Eu Divino?

Vejo em Franchesco um desses poucos homens. Ele é um homem Santo porque fala ao coração dos homens. Ele é amado, como um Papa nunca foi antes, porque é simples e não se contamina pela riqueza absurda e pelos desvios de sua organização.

A vida simples é o maior sinal de algo que leva a disrupção. Tudo aquilo que complica mais a nossa vida e nos deixa mais longe do nossa Missão Superior é uma ameaça e não uma resposta.

Compramos coisas caras e inúteis e para isso nos endividamos. E temos que trabalhar mais para pagar nossas contas. E então, envelhecemos. E fica o sentimento que algo deu errado. E deu mesmo.

Franchesco fala da inclusão de todas as pessoas, da importância de cuidarmos do meio ambiente, e tem para os políticos e líderes corporativos a mensagem de que não é possível trabalhar para a humanidade e ao mesmo tempo ficar preso aos banquetes exuberantes e mansões suntuosas.

O mensagem não é contra os bens materiais, mas sim à armadilha da empáfia que costuma atingir os homens poderosos, que acabam por se enebriar pelas festas, eventos luxuosos e paparicação e se esquecem do objetivo real das suas posições, contribuir para a construção de um mundo mais justo e solidário.

Franchesco captou o verdadeiro significado da disrupção e consegue sobreviver num mundo de coisas superficiais e descartáveis. Um mundo líquido, nas palavras de Zygmunt Bauman. Aplicativos para celular são importantes e trazem conveniência, mas não deixam mais leve a mochila que todos nós temos que carregar todo santo dia.

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