As Universidades começam a descobrir o coração e o espírito



As universidades acadêmicas representaram um grande avanço à produção de conhecimento e ao progresso técnico-científico. A Revolução Industrial foi possível graças ao desenvolvimento dos grandes centros de pesquisa das universidades.

O pensamento analítico cartesiano foi a vitória sobre a fé agostiniana? Parece que não.

Toda tentativa de explicar e justificar a realidade sob apenas uma ótima costuma criar falsas verdades. O homem não é apenas razão. Ele ama e busca a conexão com o Sagrado.

As universidades começam a despertar para as competências socioemocionais. Por uma questão de sobrevivência, pois muitos jovens estão se matando pelo suicídio ou pelas drogas, porque o modelo acadêmico de realidade não reservou espaço para o coração e para o espírito.

Os currículos estão sendo repensados para permitir que haja espaço para outras formas de manifestação humana. Nas empresas, a situação não é diferente. Ao falar de Propósito, o coração e o espírito logo aparecem. Ou então, os jovens de lá, desaparecem.

Realmente a realidade está cada vez mais complexa, talvez porque os princípios mais simples foram inexplicavelmente descartados.

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